Pegar num vírus ou outro agente patogénico mortal e a título de experiência injectá-lo numa criança saudável, para ver o que acontece, é algo que não cabe na cabeça de ninguém nos dias de hoje. Por estranho que pareça foi isso que aconteceu quando em 1796 Edward Jenner provocou uns arranhões ao seu próprio filho e neles esfregou o líquido que aparecia nas feridas das tetas das vacas que estavam doentes com a varíola bovina. O certo é que o miúdo ficou imune ao contacto com o vírus da varíola. Estava inventada a primeira vacina.
Hoje grupos de activistas pelos direitos dos animais opõem-se a que os mesmos sejam usados como cobaias no desenvolvimento de medicamentos que podem salvar vidas humanas.
Usar humanos nessas experiências está fora de causa, escrevo eu , embora possa pensar de uma forma diferente face ao que vejo em matéria de investigação e ao súbito interesse em se fazer investigação em África.
Mas vamo-nos deixar de divagações e concentrarmo-nos nas vacinas que evitem a infecção pelo HIV. A chamada vacina preventiva, pois vacina terapêutica é algo que não existe e que devido à falta de imaginação para criarem um nome mais adequado, para uma terapêutica de toma única que mantenha o vírus suprimido assim lhe decidiram chamar.
No passado a versão bovina da varíola, muito mais fraca que a humana permitiu o desenvolvimento de anticorpos que na presença do vírus humano o combatiam eficazmente, não permitindo que as pessoas adoecessem. Assim nasceu o primeiro medicamento preventivo a que chamaram vacina, em homenagem às tetas das vacas.
Não me passa pela cabeça que os cientistas, actuais mesmo face aos comités de ética e a todas as normas proibitivas na investigação não tenham desenvolvido testes com o SIV (o vírus equivalente ao HIV dos macacos) que é um vírus, aparentemente semelhante ao dos humanos, mas o qual não faz com que estes fiquem doentes e morram. Os macacos podem ser seropositivos, mas SIDA é coisa que não têm, enfim macacadas virais, que fazem pensar.
Uma experiência, semelhante em versão século XXI , que não implicaria pôr em risco a vida ou a saúde do filho de um qualquer cientista era capaz de ser interessante e poderia salvar milhões de vidas, mas ou hoje a ciência tornou-se mais complicada ou em suportes outros que não os hospedeiros humanos fazem experiências que não resultam, mas que poderiam resultar em humanos.
Ainda e retrocedendo ao tempo em que os princípios éticos , morais e afins não eram o que são hoje, houve vacinas cuja eficácia não foi provada e ainda hoje o não é pela via cientifica, mas que aplicadas surtem efeito como é o caso da vacina da raiva.
O chato da questão, é a complexidade do vírus e o numero de químicos tomados para a sua supressão ,e a falta de necessidade por aparentemente a doença estar controlada com as tri-terapias . Ainda não entendi bem como as experimentaram mas que surtiram efeito lá isso surtiram. Numa de ser do contra e já a infecção me teria levado para o jardim das tabuletas ou não, talvez fosse melhor que na altura não tivessem sido eficazes (as terapias triplas) pois da cura muita gente teria morrido, mas já teriam descoberto a cura definitiva e erradicado o vírus.
Pensamos ter já muito conhecimento acerca do vírus. Quem está com a infecção no corpo desespera na esperança de uma cura definitiva. Quem está por fora seguindo ao nosso lado sofrendo igualmente connosco, sempre nos dão uma palavra de optimismo e de esperança e que a cura está para breve.
Espero que sim, espero por uma terapia de unidose o que é diferente de uma vacina terapêutica pois tal não existe. Podem chamar-lhe “macacocina” e pode vir das tetas de uma macaca jeitosa que a gente não se importa.
Agora chato, chato são as macaquices dos jornais e meios de comunicação social de massa que passam a vida a anunciar soluções que tardam em aparecer, e que a cada dia atenuam a esperança numa cura antes dos nossos corpos estarem de tal maneira torcidos e danificados com outras patologias desenvolvidas por agentes químicos supostamente tomados para suprimir um vírus que teima em enganar tudo e todos, mas garantindo a sua continuidade como espécie.
Hoje grupos de activistas pelos direitos dos animais opõem-se a que os mesmos sejam usados como cobaias no desenvolvimento de medicamentos que podem salvar vidas humanas.
Usar humanos nessas experiências está fora de causa, escrevo eu , embora possa pensar de uma forma diferente face ao que vejo em matéria de investigação e ao súbito interesse em se fazer investigação em África.
Mas vamo-nos deixar de divagações e concentrarmo-nos nas vacinas que evitem a infecção pelo HIV. A chamada vacina preventiva, pois vacina terapêutica é algo que não existe e que devido à falta de imaginação para criarem um nome mais adequado, para uma terapêutica de toma única que mantenha o vírus suprimido assim lhe decidiram chamar.
No passado a versão bovina da varíola, muito mais fraca que a humana permitiu o desenvolvimento de anticorpos que na presença do vírus humano o combatiam eficazmente, não permitindo que as pessoas adoecessem. Assim nasceu o primeiro medicamento preventivo a que chamaram vacina, em homenagem às tetas das vacas.
Não me passa pela cabeça que os cientistas, actuais mesmo face aos comités de ética e a todas as normas proibitivas na investigação não tenham desenvolvido testes com o SIV (o vírus equivalente ao HIV dos macacos) que é um vírus, aparentemente semelhante ao dos humanos, mas o qual não faz com que estes fiquem doentes e morram. Os macacos podem ser seropositivos, mas SIDA é coisa que não têm, enfim macacadas virais, que fazem pensar.
Uma experiência, semelhante em versão século XXI , que não implicaria pôr em risco a vida ou a saúde do filho de um qualquer cientista era capaz de ser interessante e poderia salvar milhões de vidas, mas ou hoje a ciência tornou-se mais complicada ou em suportes outros que não os hospedeiros humanos fazem experiências que não resultam, mas que poderiam resultar em humanos.
Ainda e retrocedendo ao tempo em que os princípios éticos , morais e afins não eram o que são hoje, houve vacinas cuja eficácia não foi provada e ainda hoje o não é pela via cientifica, mas que aplicadas surtem efeito como é o caso da vacina da raiva.
O chato da questão, é a complexidade do vírus e o numero de químicos tomados para a sua supressão ,e a falta de necessidade por aparentemente a doença estar controlada com as tri-terapias . Ainda não entendi bem como as experimentaram mas que surtiram efeito lá isso surtiram. Numa de ser do contra e já a infecção me teria levado para o jardim das tabuletas ou não, talvez fosse melhor que na altura não tivessem sido eficazes (as terapias triplas) pois da cura muita gente teria morrido, mas já teriam descoberto a cura definitiva e erradicado o vírus.
Pensamos ter já muito conhecimento acerca do vírus. Quem está com a infecção no corpo desespera na esperança de uma cura definitiva. Quem está por fora seguindo ao nosso lado sofrendo igualmente connosco, sempre nos dão uma palavra de optimismo e de esperança e que a cura está para breve.
Espero que sim, espero por uma terapia de unidose o que é diferente de uma vacina terapêutica pois tal não existe. Podem chamar-lhe “macacocina” e pode vir das tetas de uma macaca jeitosa que a gente não se importa.
Agora chato, chato são as macaquices dos jornais e meios de comunicação social de massa que passam a vida a anunciar soluções que tardam em aparecer, e que a cada dia atenuam a esperança numa cura antes dos nossos corpos estarem de tal maneira torcidos e danificados com outras patologias desenvolvidas por agentes químicos supostamente tomados para suprimir um vírus que teima em enganar tudo e todos, mas garantindo a sua continuidade como espécie.












